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sábado, 25 de outubro de 2014

A economia não-materialista materialista da Ordem Mundial de Baha'u'llah (2)

Parte I

Ainda na busca para tentar encontrar traços daquilo que possa vir a ser uma economia divina, humanitária e não materialista para a Nova Ordem Mundial, nos deparamos com algo que está muito próximo a todos nós: ajudas assistencialistas como o bolsa família. O intuito não é fazer um juízo de certo ou errado em cima dessas, tal como na primeira parte que tratava do fim do período escravocrata, a questão abordada não foi "o fim da escravidão foi certo ou errado?". Essa análise tem por finalidade apenas entendermos que uma economia divina para uma futura ordem global, como prevê o cristo cósmico Baha'u'llah, não é nada extraordinário ou sobrenatural.


Baha'u'llah elogiou os feitos da Rainha Vitória em proibir o tráfico de escravos, mesmo que   para tal ação houvessem mais motivos econômicos do que humanitários. Com o assistencialismo estatal não é diferente.

As maiores críticas feitas ao governo do PT, por parte dos intelectuais de esquerda, se baseia no fato deste seguir sustentando o mesmo viés econômico neoliberal que o antecedia, no governo tucano. Entretanto, ninguém leva isso em conta na hora das eleições, até porque  tal partido não pode fazer muitas manobras econômicas, pois precisa sustentar os demais companheiros do Foro de São Paulo.

O cidadão que sai da miséria e consegue entrar no mercado de trabalho permanece grato, por algum tempo, a quem esteve lhe oferecendo a oportunidade, mas com o passar dos anos acaba percebendo que sua sorte depende muito mais do seu próprio esforço do que de um favor recebido outrora.[1] 

O cidadão acaba sendo visto como "ingrato", situação que o blogueiro Wilson Ferreira[2] identifica como "ovo da serpente" do PT: uma nova classe de pessoas que tiveram uma percepção de mobilidade social pelo mérito individual (e não pela assistência do governo) pronta para dar o bote. É por esses casos que o governo tende a suprir as necessidades (entenda como intrometer-se) cada vez mais em todas as etapas da vida dessa pessoa. 

Referências
[1]http://www.olavodecarvalho.org/semana/120912dc.html
[2]http://cinegnose.blogspot.com.br/2014/10/sociedade-de-consumo-e-o-ovo-da.html

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A importância do pensamento na Nova Ordem Mundial

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, criou no seu governo a Secretaria de Coordenação Estratégica para o Pensamento Nacional. Segundo a descrição publicada no diário oficial do país, entre os objetivos do novo órgão, vinculado ao Ministério da Cultura, está “assessorar e elevar as propostas a serem consideradas pela ministra da Cultura em questões de pensamento nacional e latino-americano”. E ainda: "projetar e coordenar o pensamento nacional, ajustado com as diretrizes que a secretaria definir", interagir "com as diferentes usinas de pensamento existentes no país, com o objetivo de promover e lhes dar um marco maior de institucionalidade" e estimular "a percepção do ser nacional".[1]
É impossível em uma hora dessas não lembrar do célebre Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito por George Orwell, e da sua descrição de uma policia do pensamento dentro de um governo autoritário. Ainda que, de uma forma ou de outra, a policia do pensamento já está presente [2] entre nós há algum tempo, a sua formalização institucional nos faz refletir a importância do pensamento do cidadão comum dentro da Nova Ordem Mundial. 

Foi no século XIX que tivemos o advento da fé baha'i e do planejamento da Ordem Mundial de Baha'u'lláh, mas também foi o mesmo período em que muitas outras correntes espiritualistas estavam a surgir, dentre as quais a sociedade teosófica desempenhou notável importância, tanto na expansão no início do século passado dos princípios de uma futura sociedade divina, chegando a ceder espaço no Centro Teosófico às palestra de 'Abdu'l-bahá, como agregando conceitos a sua estrutura e ajudando a formar a identidade das elites.

É dentro da Teosofia que encontramos o conceito de “formas-pensamento”, segundo a qual afirma que o homem é dotado de outros corpos além do físico (o mental e o emocional, por exemplo) que formam um combinação sutil no plano astral. Vejamos essas diversas passagens do livro “Formas de Pensamento” escrito por Annie Besant e C.W. Leadbeater em 1901:
"Cada pensamento produz uma forma. Quando visa outra pessoa, viaja em direção a essa. Se é um pensamento pessoal, permanece na vizinhança do pensador. Se não pertence nem a uma, nem a outra categoria, anda errante por um certo tempo e pouco a pouco se descarrega, se desfazendo no éter. (...) Cada um de nós deixa atrás de si, por toda parte onde caminha, uma série de formas-pensamentos. Nas ruas flutuam quantidades inumeráveis. Caminhamos no meio deles. (...) Quando o homem momentaneamente faz o vácuo em sua mente, os pensamentos que lhe não pertencem o assaltam; em geral, porém, o impressionam fracamente. Algumas vezes, todavia, um pensamento surge e atrai a sua atenção de um modo particular. O homem comum se apodera dele e o considera como coisa própria, fortifica-o pela ação de sua própria força, e, por fim, o expele em estado de ir afetar outra pessoa. (...) O homem não é responsável pelo pensamento que lhe atravessa mente, porquanto pode não lhe pertencer. Porém, torna-se responsável quando se apodera de um pensamento e o fixa em si e depois o reenvia fortalecido." (BESANT, Annie e LEADBEATER, C.W,. Formas de Pensamento. Editora Pensamento, 1995).
É muito importante para o estabelecimento da NOM o pensamento do cidadão global fluir segundo o espírito insuflado do cristo cósmico. Em outras palavras, o cidadão global precisa está apto ― como vários já estão ― a receber como daimons [3] os  muitos demônios que saírem do abismo. As diferentes maneiras de se esvaziar a mente, desde as práticas em templos esotéricos incluindo alguns com placas evangélicas à liberação desenfreada do consumo de drogas, além das técnicas MK Ultra da cultura pop babilônica, serão importantes para que pensamentos que não lhe pertencem entrem na mente do cidadão global fazendo com este mais tarde se apodere dele e o considere como coisa própria.
Este é o segredo da propaganda: saturar totalmente a mente da pessoa a quem a propaganda quer tomar posse, com as idéias da propaganda, sem que ele perceba que está sendo saturado. Paul Watzlawick
Uma das maneiras mais sutis, mas talvez a mais eficiente, é a constante propaganda da Nova Ordem Mundial. Na medida em que conceitos são lançados, o comum cidadão vai adquirindo-os sem que disso se perceba. Para ilustrar o que escrevi até aqui, temos o filme Branded (2012),  o qual explora o conceito teosófico de formas-pensamentos atrelado à saturação da propaganda da indústria do marketing. O filme aborda a propaganda para além de sua composição retórica, mostrando uma guerra entre criaturas invisíveis pela decisão pessoal do indivíduo ― o palhaço, bem sugestivo, que faz a criança importunar a mãe por um sanduíche é só um exemplo.

Vemos que a crítica do filme não se retém ao marketing de uma sociedade de consumo na afirmação do personagem principal, Misha (Ed Stoppard), de que a propaganda teve o seu início com Lênin. O filósofo político Ernesto Laclau defendia abertamente a tese de que a propaganda revolucionária cria livremente a classe da qual em seguida se denominará representante. Foi exatamente isso que aconteceu no enredo do filme Branded, a companhia de marketing criou uma classe de pessoas acima do peso para, em seguida, se tornar representante dos mesmos com suas redes fast-foods.
E sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha. Apocalipse 20:8
Adentrando à nossa realidade, a Nova Ordem Mundial está a fazer roupas sob medida às pessoas que deseja representar. E, em uma sociedade de justificação divina, nada seria mais normal que mediadores entre os deuses e os homens, os chamados daimons,  ajudem este último a reconhecer a "luz da revelação divina" da Ordem Mundial de Baha'u'llah. Acaso não seria, em um futuro bem presente, o próprio homem o portal aberto do poço do abismo? Quando a economia divina estiver em prática através da estrela de nove pontas a "festa" estará bombando!

Notas:
[1] - Cristina Kirchner cria Secretaria do Pensamento
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/cristina-kirchner-cria-secretaria-do-pensamento
[2] - As mídias e a polícia do pensamento
http://apocalipsetotal.wordpress.com/2013/01/24/as-midias-sociais-e-a-policia-do-pensamento/
[3] Seriam intermediários entre os deuses e os homens. Os daimons têm uma equivalência no islamismo: os chamados "jinns" ou em português "gênios". Eles são encontrados no Surata 72 do Alcorão, Al-Jinn (Os Gênios), citado por Baha'u'llah no Súriy-i-Ayyú.
Outras Fontes:
O Marketing paranormal no filme "Branded"
http://cinegnose.blogspot.com.br/2013/03/o-marketing-paranormal-no-filme-branded.html?spref=fb
Sobre Formas-Pensamento
http://metafisicando.blogspot.com.br/2012/11/sobre-formas-pensamento.html

domingo, 23 de março de 2014

O panteísmo na economia espiritual/divina

O deus das forças como é descrito a noção divina para o mundo anticristão se manifesta dentro do campo científico semelhantemente ao conceito panteísta-naturalista (ver: o deus do anticristo 2). Essa noção materialista se contrapõe às análises espiritualistas de Baha'u'llah que deram origem ao seu projeto de Ordem Mundial. Porém a visão materialista não é unânime dentro dos estudos científicos, paralela a essa visão tradicional no campo das ciências a teoria do físico indiano Amit Guswami rejeita o materialismo e se apoia na física quântica para sustentar a sua ideia de que nem tudo é matéria.

Amit Goswami
O conceito de economia espiritual criado pelo físico Amit Guswami em decorrência de sua visão espiritualista nos faz lembrar da noção de economia divina dentro da Ordem Mundial de Baha'u'llah. Dentro dessa economia espiritualista de Guswami, o principal fator deveria ser algo não material, a saber, a consciência humana. Para Amit, a consciência não está separada de Deus e não existe uma consciência individual, apenas ilusões de uma devido a acontecimentos próprios ao indivíduo, ou melhor dizendo em sua teoria, de diferentes escolhas dentro das possibilidades quânticas.

Embora a visão de deus dentro da análise espiritualista de Guswami se distancie do panteísmo-naturalista tradicional da ciência, acaba por se aproximar de um panteísmo-espiritualista que atende às necessidades instruídas por Baha'u'llah em seu livro Os Sete Vales (ver: o deus do anticristo 3). Nesse livro Baha'u'llah ordena a todo aquele que volver sua face à luz por ele emanada que se livre do ego (ilusão de consciência individual) e alcance o oceano da proximidade e união (consciência una/universal).

Essa consciência universal e criadora, ao ver de Guswami, não diferencia da consciência/ser da criatura, podemos até dizer que a consciência humana não foi uma criação de Deus, para essa concepção, mas que ela é participante Dele. É nisso que se consiste o panteísmo-espiritual.

Para aprofundar-se:

A Economia Espiritual de Amit Guswami

A Ponte entre a ciência e a religião

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A economia não-materialista materialista da Ordem Mundial de Baha'u'llah

Fomos informados de que tu proibiste o tráfico de escravos, tanto de homens como de mulheres. Isso, em verdade, é o que Deus ordenou nesta Revelação maravilhosa. Deus, em verdade, te destinou uma recompensa por isso. Epístola de Baha'u'llah à Rainha Vitória
Já é do nosso conhecimento [1] que a Rainha Vitória, tal como o modelo de governo britânico, foi de muito agrado aos olhos do cristo cósmico Baha'u'llah. A iniciativa da mesma em proibir o tráfico de escravos (os chamados navios negreiros) teria sido pela própria inspiração da vinda desse mensageiro divino.

Um dos princípios sociais da Ordem Mundial de Baha'u'llah é a eliminação dos extremos de riqueza e pobreza. Não se sabe como e sequer se tem (pelo menos não publicamente) um modelo concreto de economia que seria capaz de eliminar tais extremos. O que a comunidade baha'i vem realizando são diálogos e discussões com o propósito de chegar a um consenso. Mas basicamente o que se têm em mente é que o que ocasionam os extremos de riqueza e pobreza é uma visão materialista do mundo [2]. Acabar com os extremos seria possível aplicando o princípio de uma economia divina - não materialista.

Acontece que a parcela (1% da população total) de mega-bilionários que concentram 50 porcento da renda (não esquecer que boa parte disso é capital especulativo) também estão preocupados em uma justiça econômica, tanto que patrocinam generosamente, quando aparece de tempos em tempos, movimentos radicais de esquerda para "ver se o trem da certo mesmo".

Em suma, vai partir do ponto de vista a "materialidade" do sistema. Enquanto Baha'u'llah viu com louvor a diplomacia britânica na luta pelo fim do tráfico negreiro, a História nos afirma que foi uma ação deliberadamente visando o lucro imediato, além do intuito cde criar uma nova classe de trabalhadores (os antigos escravos) que passariam, em um futuro, se tornar massa consumidora.
“os homens públicos da Grã-Bretanha puseram mãos à obra, fazendo o possível para liquidar com o tráfico negreiro, combate este que além de impedir a concorrência do nosso açúcar ao de sua produção nas Antilhas, tinha o mérito de lhe possibilitar fabulosos lucros ” (LEITE, 1998, p.16)


[1] http://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/04/os-principios-sociais-da-nova-ordem-mundial-%E2%80%93-final/
[2] http://www.bahai.org.br/secext/arquivos/14-5-2012/BIC-Declaracao-CSD-50-fev-2012.pdf

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Homofobia, rolezinho e inadimplência: a tendência da mídia em simular o caos

Há bastante tempo as notícias veiculadas pelos meios de comunicação de massa estão servindo apenas como um meio de levar aos extremos os pensamentos da população a respeito do assunto tratado, como já disse outrora neste post: nós estamos vivendo em um período de conflitos destinados a criar uma sociedade dividida em extremos. Por exemplo, qualquer matéria que sai na grande mídia sobre o casamento gay vai fazer com que os defensores abracem os motivos para os serem, da mesma maneira que os que se opõe vão se agarrar aos motivos pelos quais os fazem. Não há sequer uma reflexão proposta por alguma parte, até porque a mídia de massa não dá essa possibilidade.

Para que a notícia consiga dividir a opinião pública em extremos é imprescindível que essa seja transmitida de maneira ambígua. O caso do adolescente que cometeu suicídio (ou foi assassinado?) é o exemplo mais recente. Afinal, suicídio ou homofobia, qual o motivo da morte do garoto Kaique? A opinião pública ficou dividida em (1) homofobia: "o garoto foi torturado, mais uma vítima dessa sociedade preconceituosa, isso deve acabar!"; (2) suicídio: "ao se jogar de uma grande altura, a queda causou os ferimentos que se assemelham ao de agressão". Claro, para o primeiro grupo quem pensasse que fosse suicídio é igualmente homofóbico como os (hipotéticos) agressores. O caso foi enfim definido como suicídio. Motivo então para o primeiro grupo reconsiderar a sua posição? Absolutamente, "é mais uma tentativa de abafar os crimes contra homossexuais... aff" e ainda "se ele se suicidou é porque essa sociedade não o aceitou, há preconceito ...preconceito!... preconceito... preconceito... preconceito ..." (e não é teoria da conspiração?!).

Para que os idiotas úteis do exército social da Nova Ordem Mundial possam continuar seguindo com suas funções diárias (lutar contra um preconceito espectral), é necessário que o impulso que os fazem estar em atividade continue agindo. Esse é o caso dos "rolezinhos", o que para os próprios integrantes do mesmo não é mais do que o próprio nome passa (um rolé), para muitos outros é um "protesto contra a sociedade de consumo", "uma tapa na cara dos burgueses" que mostra como a nossa sociedade é "preconceituosa, segregacionista, etc.".

A mídia desempenha o papel de fomentadora dos conflitos, o rolezinho é um exemplo de ação organizada totalmente pelos canais multimídias: iniciado nas redes sociais, ganhando dimensões maiores pela visibilidade na mídia de massa e repercutida novamente pelas redes sociais, em um looping. As pessoas precisam ser lembradas e relembradas a todo momento que "estão vivendo em um caos social", para serem introduzidas no processo de ordem no caos. Mas os rolezinhos por si só não são o caos, o caos é o efeito da abordagem que a mídia faz na mente do cidadão preocupado com uma sociedade mais justa. Esses cidadãos passam a aceitar o trabalho de agentes da Ordem Mundial de Baha'u'llah sem que disso se deem conta.

Mas para haver o combate ao preconceito é preciso que este seja percebido pelos "agentes". Na guerrilha de opinião que toma conta dos meios de comunicação, eventos como esses fazem com que diversas opiniões sejam emitidas. A opinião que acaba prevalecendo e ganhando maior interesse da mídia (a criada especificamente com esse intuito, patrocinada pelos globalistas) na maioria das vezes são de pessoas quaisquer e aleatórias, claro que, previamente selecionadas. Depois que a mídia de massa (globalista) vomita uma "noção  preconceituosa" do assunto é hora da mídia restrita (igualmente globalista) atuar no  âmbito de fortalecer a ideia de um "caos que necessita de ordem".

Criminalização do "rolezinho" gera explosão de racismo na internet é o título da notícia do "Blog do Cidadão" via o portal online da (por sinal, nascida por inspiração do Fórum Mundial Social) Revista Fórum que dá ênfase na palavra "negrada" para realçar um suposto preconceito racial, esquecendo que tal termo é de comum utilização em algumas cidades com o mesmo significado que "galera", tanto que no suposto comentário preconceituoso o usuário utilizou "negrada" no mesmo âmbito de "moçada".

Outro episódio que confirma a tendencia da mídia em noticiar sempre o lado ruim da situação foi a entrevista em um programa da Globo News com a empresária Luíza Trajano (Magazine Luíza) no qual o jornalista afirma veementemente, apesar da empresária retrucar, que houve um aumento na inadimplência fazendo com que o varejo brasileiro pudesse entrar em crise (ver mais). Assim como no final do ano passado, apesar do comércio ter crescido mais de 1%, a mídia a todo instante noticiar as más vendas de fim de ano.

O extremismo em noticiar os "grande problemas" da nossa sociedade é com o intuito de colocar a solução nas mãos daqueles que "tentam fazer alguma coisa, ao invés de só ficar reclamando (Ú.ú)".

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A superação do Estado Orwelliano

O Best-seller Jogos Vorazes tentando repetir o sucesso de Harry Potter e Crepúsculo foi aclamado pela crítica cinematográfica devido o diferencial que o filme trouxe consigo para o público infanto-juvenil: um pensamento contestador baseado no modelo distópico orwelliano de um "Big Brother". Essa "crítica" que a série nos traz sobre autoritarismo foi utilizada para ilustrar o pensamento do libertário Jeffrey Tucker em seu artigo aqui traduzido, em que o autor coloca a série em uma lista com mais quatro produções que mostram em seus enredos um cenário de controle governamental generalizado.
"Essa série distópica, altamente popular entre os  jovens, exibe um governo tirano inclinado ao total controle econômico e social. Na série, toda pessoa foi nomeada a um distrito e cada distrito tem certas privações atribuídas. A sociedade tem bastante riqueza, mas essa riqueza é apenas exposta na Capital. Para todos os outros, a riqueza é dividida baseada no favoritismo político e planejamento central."
Mas tanto a crítica cinematográfica quanto o libertário Jeffrey Tucker estão desatualizados. Ao menos essa é a opinião do pesquisador na área da comunicação Wilson Roberto apresentada no blogue em que administra. [1]
"O modelo de Estado orwelliano como um gigantesco Big Brother tornou-se tão antigo frente à nova ordem mundial da Globalização, que se tornou tema dileto para Hollywood parecer “contestador”, para se confrontar à crítica comum feita a ela de produzir filmes alienantes e conformistas."
Essa realidade fica mais clara quando nos deparamos com as declarações de Edward Snowden em que ele afirma (via) que os significados da vigilância descritos por Orwell (escrito em 1948) parecem ingênuos e engraçados, à luz do que está sendo feito hoje. [2]

O cinema estadunidense já transformou o mundo distópico do romance 1984 de George Orwell ou Admirável Mundo Novo de Adous Huxley em clichê para seus filmes receberem uma conotação contestadora e crítica. A situação é basicamente a mesma: uma sociedade pós apocalíptica (pós guerra) em que o cidadão, sob um governo autoritário, não possui liberdade alguma, quem não se lembra do filme Equilibrium? É interessante notar que o contexto de um mundo "pós guerra" esteja sendo semeado dentro da cultura norte americana, quando sabemos que se porventura houver algo próximo de uma terceira guerra mundial se dará em consequência de uma não submissão (a não submissão é uma característica de Lilith) dos EUA ao governo mundial único.

O princípio fundamental que forma a base deste Pacto solene deve ser tão estável que, se qualquer governo violar posteriormente alguma de suas provisões, todos os governos da terra devem se levantar para reduzi-lo à absoluta submissão, mais ainda, a raça humana como um todo deve decidir, com todo o poder à sua disposição, destruir esse governo. Shoghi Effendi - A Ordem Mundial de Baha'u'llah
Esse modelo orwelliano é ultrapassado também quando olhamos os modos de produção capitalista como comparação, pois a rigidez de um agente externo controlador é típico no modo de produção taylorista-fordista no qual o operário era submetido a uma constante pressão de um capataz fiscalizador da produção. Com a introdução dos artifícios da indústria toyotista, a pressão do trabalho deixou de ser proveniente de um agente externo, um capataz, e passou a ser interna, com o próprio funcionário controlando a sua produção fundamentando-as em resultados futuros.

Essa mudança se deu pela revolução tecno-científica que ocorreu na década de 70, a qual outrora nesse post comentei que foi a responsável pelo abandono do interesse do cidadão global  no desenvolvimento científico quanto às questões macrocósmicas e mergulhando em um mundo particular, microcósmico.

A noção de um estado global com um controle rígido sobre população é bem comum nas teorias que colocam toda a força do levante da besta nas mãos de um "anticristo" (surgido de ninguém sabe onde), quando na realidade o agir dessa se dá primeiramente no ser humano, de modo que este mesmo crie toda a situação para o aparecimento do Estado Universal e de seu Executivo Mundial.

Um estado orwelliano é como uma fábrica no modelo fordista: a fábrica explora ao máximo o trabalhador e este não se dá conta que é o elemento que impulsiona a produção. Esse é um sistema bastante instável porque é o modelo base para as teorias marxista de lutas de classes (burgueses/proletariado) e das ações de "revolta do proletariado", pois há uma distinção clara do operário comum para as "mentes pensantes" do processo de produção. O modelo toyotista, diferente do anterior, confunde as noções de classes e o trabalhador não se enxerga mais como só um operário, mas como um membro da empresa a qual é empregado. Esse é o ponto chave para entender os moldes do governo global da ordem mundial de Baha'u'llah em contraste com a Ordem Mundial iluminista, o cidadão global se vê como um agente no processo de construção do "reino de Deus na terra" e não como um explorado pelo Sistema.

Outra coisa que é importante ser observada está nessas palavras do sociólogo polonês Zygmunt Bauman:
Um sistema econômico que não cria mais desigualdades, crescimento dos abismos das classes ou pobreza como nos sistema econômicos clássicos marcados pela exploração da força de trabalho. Simplesmente, o pleno desenvolvimento econômico trouxe a exclusão ou “baixas colaterais”: lixo tóxico, tecnológico e refugos humanos – velhos, estrangeiros, imigrantes etc., todos sem possibilidade de serem integrados. Assim como o lixo informático (baterias, placas etc.) são enterrados em contêineres em algum país africano, da mesma forma uma massa de “redundantes” são empurrados para periferias, guetos ou caçados ou barrados pela polícia de imigração, sem possibilidades de integração. Para o novo sistema global nem são considerados “exército industrial de reserva”, mas “redundantes” e “superpopulação” - veja BAUMAN, Zygmunt. Vidas Desperdiçadas, Jorge Zahar Editores, 2005.
O que Bauman colocou como redundantes para o sistema econômico (velhos, estrangeiros, imigrantes etc.), para um Estado Universal com os princípios sociais anticristãos acabam por ser os próprios cristãos os redundantes do Estado. É dessa maneira que devemos encarar o "comprar e vender" da marca da besta. Não se trata apenas de uma moeda, mas de viver em sociedade, participar do sistema. À medida em que o Estado universal se torna realidade o cristão vai perdendo voz na sociedade, exceto aqueles que quiserem contribuir, ou seja, aderir às ideias (serem marcados). Assim como é o estrangeiro para o sistema econômico descrito por Baumam, que não achando lugar para "comprar e vender" neste, vira um mero ninguém, assim é também um cristão que não aderindo aos ideais do cristo cósmico acabam por ser expelido da sociedade, como já tratei aqui, esta é a morte dos santos.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A inclusão da igreja no debate capitalismo x socialismo

Quando escrevi "A construção de um reino de Deus na terra e a marca da besta" fui indagado em que momento se encaixaria a questão de "comprar e vender" que a marca da besta carrega consigo. Eu não me preocupo muito em falar sobre isso porque vejo sobretudo uma marcação acontecendo na vida espiritual do cidadão global, além de que uma análise tendo por vista apenas o "comprar e vender" foi o pivô para o surgimento de teorias estapafúrdias, como por exemplo a de que um chip será implantado como a marca da besta, como até hoje se vê alguém fazendo alarme a respeito. Mas é inevitável não percebemos que o atual papel da igreja para com o mundo está sendo um fator importante para o surgimento também de uma marca em que se possa "comprar e vender".
 
O que me fez escrever a respeito foi este artigo que trata de algumas declarações do Papa Francisco em relação ao "capitalismo" e que, devido isso, o mesmo está sendo acusado de ser "marxista" por alguns "ultraconservadores". É fato que conservadores da ICAR estão afirmando desde o início de seu pontificado que Francisco tem um discurso que, no mínimo, possui um 'teor' marxista. Mas, de todos as críticas de conservadores que acompanhei até aqui, nenhuma delas se fez valer para tal afirmação tendo em vista declarações do Papa a respeito do capitalismo. Ante isso, pude perceber que todas as críticas estão sendo feitas em relação às crenças da própria Igreja Católica a qual vem conservando há séculos (muito antes do despontamento do capitalismo) que Bergoglio vem passando por cima.
 
Como exemplo deixo aqui as críticas do conservador católico português Orlando Braga, o qual fiz questão de colocar à direita da tela, nas opções "Páginas Recomendadas", para que o leitor do blogue possa ficar à par da relação do Papa para com a própria Igreja Católica. Em nenhuma das postagens em que o autor afirma que o papa está com discurso marxista, ele o faz em defesa do capitalismo.
 
Eu vejo um papa que está sendo tido como sensato por pessoas de fora da ICAR, mas que não estão nem um pouco se quer preocupadas com esta. Essas pessoas veem o mundo do modo como acostumou-se o ver a partir do século XX, com um olhar materialista.Sendo assim, se a igreja (não só a católica) quiser participar da "vida lá fora", deve vir de modo a contribuir não na questão espiritual/ética, já que todos estão envoltos dos princípios que tem por fim a "inclusão" e entendem que a igreja "exclui", mas deve vir abraçando esses mesmos princípios que se resumem em ter uma visão do sistema econômico vigente como o causador de todos os males humanos e por fim lutar pela implantação de um paraíso socialista, que só não é chamado de divino em respeito a ateus em razão da fala politicamente correta.
 
Como pontuei nesse artigo: "o terceiro grupo [Socialismo], que nasceu em oposição ao capitalismo do imperialismo babilônico [americano] (dualismo necessário 6X9), [para que] preparasse o caminho de maneira ao último grupo [a ONU e os princípios de Baha'u'llah] entrasse em pleno vigor." Se faz necessário então dividir as ações de todas as instituições do mundo (e a igreja como uma) no campo materialista, que no caso em análise foi desconsiderar as criticas ao papa em relação a sua posição doutrinária (que de nada servem ao mundo, que inclusive tenta aboli-las) e considerar apenas as que estão no âmbito econômico. Perceba que no próprio texto da Revista Fórum, que me incitou a criar esse post, apresenta os críticos de Francisco oriundos do EUA, ou seja, a tentativa da imprensa em mostrar o cenário apenas se baseando na materialidade do assunto é bem perceptível de modo que vemos no texto a ideia de que os EUA são um atraso ao progresso (e os dez chifre odiarão a prostituta Ap 17:16). Nesse caso exclui-se o termo "comunismo", que é o objetivo do socialismo, e coloca-se em seu lugar o termo "progresso", pela mesma maneira como trocou-se na ONU o termo "metas" por "objetivos", ou seja, um afrouxamento em relação ao futuro, e a permissão para que possa ser implantada então a Ordem Mundial de Baha'u'llah.
 
Mas qual a relevância de tudo isso para a questão do "comprar e vender"? Ao admitir que a marca da besta está sobretudo no campo ético/espiritual do cidadão global, vemos justamente que é esse sentimento inaugural que o faz sentir a necessidade de se preocupar com as questões econômicas. O reino de Deus para os marcados da besta é um reino terreno, evolutivo - está em progresso - e que parte da relação do homem para com o próprio homem, relação essa que é a base da religião social.
 
Apesar do post partir de uma análise feita da Igreja Católica, no título coloquei simplesmente "igreja" por entender que esse não é um processo de exclusividade da ICAR. Para entender basta vermos a briga constante entre os blogues Júlio Severo e Genizah e suas defesas às teologias respectivamente da Prosperidade e Missão Integral, que a grosso modo pode ser entendida como teologias de correntes capitalistas e socialistas, também respectivamente.

domingo, 15 de dezembro de 2013

A revolução tecno-científica: da interação com o macrocosmo ao microcosmo

A Revolução Técnico-científica-informacional ou Terceira Revolução Industrial ocorreu na segunda metade do século XX com a chegada de inúmeras inovações tecnológicas. Como um reflexo direto dessa revolução temos hoje os dispositivos móveis, tais como tabletes e smartphones, cuja a interação com estes se dá de modo a fazer com que a tecnologia nessa era passasse a desempenhar uma papel de extensão do mundo particular (particular até certo ponto) do usuário, ou seja, podemos dizer que essa nova relação desenvolve o envolvimento do homem para com o seu microcosmo, quando este se transmuta para a interface desses aparelhos.

Antes que ocorresse tal revolução, a tecnologia parecia estar entre nós para que explorássemos o macrocosmo, algo que podemos perceber no fato de pouco antes dessa revolução ganhar gás, mais precisamente no ano de 1969, o homem teria chegado à Lua. A expectativa de desvendar os mistérios do universo estava à flor da pele nos ser humano, isso inspirou o nosso imaginário de um futuro altamente tecnológico em que poderíamos usufruir de toda sorte de ferramentas que nos proporcionaria uma maior interação com o meio, tanto na relação homem/homem e homem/natureza.

Mas o que vemos hoje é um pouco diferente do que se imaginava, a interação que vemos não se dá em um mundo real virtualizado, mas em um mundo virtual que é tido como real. Essa virada na polaridade da situação estaria de acordo com os planos de ordem espiritual superior que estariam sendo o pivô para o desenvolvimento da humanidade, para que essa ingresse na comunidade planetária. Traduzindo, esse é um passo importante para que se aceite de fato uma divindade neo-pagã no âmbito tecnológico e seus espíritos guias, em que a divindade pela necessidade da materialização que hoje o "crente" pede estaria no campo do macrocosmo, no visível, como a tecnologia Blue Beam. E seus espíritos guias dando-se através da interação com o virtual, pois nele o ser humano consegue suprir suas carências emocionais e se ver preso a consulta desses em todas as áreas da sua vida. Nesse caso tais dispositivos seriam os daimons do século XXI, sendo aquilo que se está entre deus e o homem e proporcionando essa ligação, principalmente se surgir a necessidade de identificação humana para com a comunidade planetária, em que seria preciso todos os habitantes da terra portar um símbolo altamente sofisticado tecnologicamente.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Uma coisa que você precisa entender


Muitos pensam um seguinte: "Se há uma manipulação por trás de tudo o que acontece (Illuminatis) não poderiam existir forças contrárias, como grupos terroristas, comunistas e outros que esperam a tomada de poder global".

Mas tais grupos são de extrema importância para a elite globalista.

A linha de raciocínio é esta:

1° grupo: Illuminatis / Maçonaria e outras sociedades / Estados Unidos / Capitalismo
2° grupo Movimentos (Gayzistas, Feministas e outros)
3° grupo: Socialismo / Comunismo
4° grupo ONU / Fé Baha'i

Veja que o primeiro grupo é a mulher montada na besta, pois sem ela nenhum dos outros grupos sobreviveriam. Funciona mais ou menos assim:

O primeiro grupo financia o segundo grupo. Também podemos encaixar neste segundo grupo o terrorismo islâmico[1], os ataques de falsa bandeira, as guerras no oriente médio, entre outras coisas[2]. Tudo isso é necessário, principalmente se levarmos em conta que o princípio básico para o primeiro grupo é "Ordem no Caos"[3].

O terceiro grupo representa o resultado da ação do primeiro grupo, já que os movimentos gayzistas e feministas por exemplo estão apoiadas pelos ideais da esquerda ou extrema esquerda (Comunismo/Socialismo/Anarquismo). Por exemplo, a Maçonaria francesa (dentro do 1° grupo) está por trás do crescimento do socialismo (dentro do 3° grupo) neste mesmo país e consequentemente no restante do continente europeu[4]. A própria esquerda brasileira é financiada pelo primeiro grupo[5].

O terceiro grupo representa o poder moral e social que o cidadão global terá que abraçar se não quiser morrer. Aqui o terceiro e o quarto grupo se confundem, já que os princípios morais estabelecidos por Baha'u'llah[6], o fundador da Fé Bahá'i, podem ser encontrados dentro da própria logística marxista, como é o caso do 3° princípio, educação universal compulsória, como também a igualdade de gênero, ou mesmo a solução econômica frente ao atual sistema capitalista (economia divina)[7].
...A luz da liberdade é a luz do Ocidente e a intenção do governo é trabalhar pela verdade e justiça nos países ocidentais. Mas a luz da espiritualidade sempre resplandece a partir do Oriente. Abdu'l-Bahá
Aqui vemos a união dos chifres (poder político) e das cabeças (poder espiritual). A união se dá pelo fato do próprio Abdu'l-baha afirmar que a espiritualidade (reis de apocalipse 17) vem do Oriente, e de certo vieram todos de lá (os reis), enquanto que foi no Ocidente que, enquanto Baha'u'llah anunciava-se como o prometido no século XIX, o poder político florescia.

Foi na mesma época em que Baha'u'llah e o Bab surgiam no Oriente, que os EUA iniciava a sua expansão imperialista e fazia o poder do primeiro grupo crescer de modo que ao longo do tempo culminasse em sua derrocada (queda da babilônia) fazendo com que o terceiro grupo, que nasceu na mesma ocasião em oposição ao capitalismo do imperialismo babilônico (dualismo necessário 6X9), preparasse o caminho de maneira ao último grupo (a síntese) entrasse em pleno vigor.

A Fé Baha'i é uma religião. Alguns leitores pensam que são uma máfia. Não! Devemos lembrar que há uma mulher montada na besta, e é essa mulher que faz a besta andar, sem ela nada aconteceria.

Notas*
[1] http://www.libertar.in/2013/05/russia-admite-que-eua-financiam-alqaeda.html
[2] http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-mulher-que-calou-as-feministas-na-subcomiss%C3%A3o-permanente-em-defesa-da-mulher
[3] http://novaerahoje.blogspot.com.br/2010/11/entenda-o-significado-ordo-ab-chao.html
[4] http://espectivas.wordpress.com/2013/03/27/o-terrorismo-cultural-e-social-da-maconaria/
[5] http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14255-caos-e-estrategia-i.html
[6] http://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/06/os-12-principios-da-nova-ordem-mundial/
[7] http://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/01/os-principios-sociais-da-nova-ordem-mundial-%E2%80%93-parte-5/


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O ápice do mamonismo



O que você entende por porção dobrada? Para o mamonismo cristão não pode ser outra coisa a não ser mais dinheiro. Este vídeo acima representa o que boa parcela das pessoas buscam em uma igreja.

1º - Porção dobrada em todas as áreas da sua vida. $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

2º - A musica de fundo é extremamente pertinente ao conteúdo do vídeo. Trata-se de "He's Pirate" (Ele é Pirata), uma música de pirata é bastante condizente com o tal "dom de adquirir riquezas".

3º - O vídeo utiliza-se de versículos sorteados, mas eu tenho uma passagem que resumiria todos estes:
Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Mateus 4:8-9
 4º - A pessoa que elaborou este vídeo deve ter esquecido o grande genocídio que houve nas colônias na América. Colocar a fala de um Presidente e ao fundo um quadro com  indígenas em um vídeo que fala sobre o poder de Deus? Indígenas esses que foram massacrados, que tiveram suas terras roubadas, tudo isso para acumular riquezas.

5º - O Vídeo fala de Abraão, Jó, mas só fala do que eles conseguiram e omitem o que eles tiveram que passar antes disso.

6º - As maiores riquezas para eles são: ouro, prata e petróleo.
E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. Atos 3:6
7º - Eles fazem uma poção mágica. Talvez esse cidadão goste de ler gibi e tenha se inspirado em "A Odisseia de Asterix", a qual consiste, coincidentemente, em uma viagem aos mesmos lugares em busca do mesmo ingrediente, o petróleo.


sábado, 16 de fevereiro de 2013

"Deus Seja Louvado" nas cédulas - introdução ao sinal unificador de Baha'u'lláh

"Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." Apocalipse 13:17
A frase Deus seja louvado nas cédulas de reais sempre causou polêmica por fazer referência a um Deus, por isso o MPF pediu a retirada desta, por alegar que o Brasil é um estado laico.

Isso levantou uma questão para ser discutida por grandes líderes religiosos. O Pr. Silas Malafaia atendeu às expectativas do governo, de discussão dos assuntos políticos com o povo. Em mais um de seus discursos ele afirma que a frase não referencia a nenhuma religião já que cada um tem o seu deus.


Qualquer coisa que referencia a um deus nos dias de hoje, no futuro será atribuído ao nome de Baha'u'lláh. Quando a bíblia fala que ninguém poderá comprar ou vender sem o sinal da besta, falava de uma economia divina, claro com todos unificados através do sinal.


Essas questões só serão resolvidas na assembléia mundial, quando todos estarão de acordo em louvar "deus"(a besta).